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24 novembro, 2006

Para a Carla


Era uma vez uma menina chamada Alice que odiava o escuro. Ela não podia estar no escuro porque se lembrava da mãe que já tinha morrido. O escuro para ela era a própria morte. Nesta imagem, ela parece estar mesmo muito mal, porque até está a arranhar as paredes à procura de um interruptor. Ela sabe que a vida é luz e que não vale a pena sofrer: não é por isso que a mãe dela vai ressuscitar.
Fiz este texto a pensar na Carla que perdeu a mãe esta semana. Ela está triste, é uma dor que nunca vai passar, mas a vida continua e espero que ela volte a sorrir. Carla, nós estamos contigo. Um beijo grande.
Xana

Alice

Era uma vez uma menina chamada Alice. Ela gostava muito de muitas aventuras e houve um dia em que caiu numa armadilha... Ela caiu nessa armadilha, porque estava tão divertida a brincar que nem deu conta do precipício. Quando acordou viu um coelho branquinho como a neve, ele assustou-se com ela e desatou a correr. Alice foi atrás dele, mas ele cada vez corria mais depressa. Foi então que ela entrou numa porta e viu uma mesa com bolachas:não resistiu e pum…ficou do tamanho de um insecto. Começou a chorar, a chorar quas inundou o edíficio só com as suas lágrimas! Andou, andou e mesmo em frente dela estava uma garrafa de sumo e, Alice, sem esperar um bocado sequer, bebeu tudo. Ficou muito contente porque ficou outra vez do tamanho normal. Saiu daquele sitio e foi-se embora. À saída, viu um placard a dizer “País das Maravilhas”. Correu para casa. No caminho para casa encontrou de novo o coelho branco, mas não ligou e, em vez disso, apanhou umas flores muito giras para a sua mãe.
Raquel

Amor do outro lado da moldura

Alice é muito simpática e divertida, gosta muito de ler os seus livros em cima de árvores é uma menina sonhadora, adorava mesmo a sua gata chamada “Gérafina”. Sonhava que estava numa floresta encantada em que as flores cantavam e dançavam para ela, enquanto ia a passear pela floresta Alice encontrou dois gémeos que eram muito brincalhões e o tempo que ela esteve com eles riu-se as gargalhadas, esquecendo-se dos seus problemas. No caminho que percorria para casa, encontrou um gato mágico que desaparecia e aparecia num abrir e piscar de olhos, ela ficou muito espantada ao ver aquilo… Entretanto perguntou ao gato se tinha visto o coelho branco… E ele respondeu que sim, mas indicou-lhe o caminho errado. Alice acreditou no gato, mas não devia porque ele era um gato mágico, muito sábio e mentiroso. Enquanto ia pelo caminho que ele lhe disse... caiu de repente num buraco escuro e muito fundo, esse buraco ia dar ao castelo da rainha de Copas que era uma “ Carta muito maldosa”. Alice olhou em seu redor e viu montes de cartas vermelhas que eram os guardas da rainha de copas, os guardas agarraram Alice e meteram-na num quadro dourado ficou lá muito tempo fechada., mas um belo menino chamado “ Eric ” que a salvou da terrível rainha de Copas. Alice encontrou o amor.
Andreia e Soraia

A sombra de Alice


Era uma vez uma menina que era muito bonita que se chama Alice. Ela tem cabelos compridos e está de saia, com as mãos para trás. Ela está a parada porque está a pensar no seu futuro, pois recebeu uma oferta para fazer um espectáculo de dança. A Alice tem a amiga especial que é a sombra dela ela, mas ela não fala com a sombra quando aparecem outras pessoas, pois tem vergonha e medo que as pessoas não acreditem e a gozem.
Sandra Cabral

Alice atrás das cortinas


A Alice era uma menina que gostava muito de brincar às escondidinhas, e logo de manhã, quando acordava, gostava de se esconder para que ninguém a descobrisse.O sítio predilecto eram as cortinas de organza do quarto dela. Isto fazia com que os criados andassem todos atrás dela muito preocupada. Como ela era muito rica passava o dia todo a brincar, e os criados dela também tinham que brincar, caso contrário eram despedidos e como não queriam ser despedidos, porque precisavam do trabalho para sustentar a sua própria família, eles faziam o que a Alice mandava. Ela gostava muito de se vestir com vestidos de folhos e com um avental azul, para copiar os criados e para poder passar no meio deles sem eles se aperceberem. Mas, a verdade é que no fundo, os criados também gostavam de brincar com a Alice porque ela era uma rapariga muito querida!!!


Débora, Marisa e Carlos
(este trabalho inspirou-se numa imagem do intruso)